sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Somando-se ao Que

Pelejavam com justiça. Diante a lei e as próprias medidas. Sobre os fortes cavalos (Nenhum e Bobalhões), portando machados e livros onde a lei era escrita, (os Quais) eram chamados cães de guerra.

Zi estava por perto, quando, ao 'Que', perguntaram: 'O que você sabe?'

'Estou aqui para ajudar. Ajudo quem me ajuda. Esta é a lei'.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Subliminar - Mensagem dos deuses astronautas


"Isto é 'o' assalto" - Disse, o Guerreiro enquanto erguia os dois braços, ao Velho Índio - "Desarmado" - O Cacique ria, enquanto defumava as ocas na companhia dos pajés. 

Navegando a Via Láctea, a Nave Terra, conectada aos leitores mundiais, desbrava o espaço subliminar. 

'Com quem estamos falando?' - Perguntou o, abduzido, extraterrestre, aos deuses astronautas. 

Embora pecador, por ser confundido com algum santo ou entidade sagrada (Axé), entes divinos estão vindo diariamente provar o chá. 

Tupã (Pai Nosso) seja louvado :)

À banda (por escrito), o Báh * 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Tupã Seja louvado


TUPÃ SEJA LOUVADO

O imigrante perguntou ao índio, o porquê estava a sós. Respondendo, o guerreiro disse: 'Não estou só, irmão. Tupã está conosco'. 

'Yo no conosco' - Respondeu, o imigrante, ao guerreiro.

O imigrante nem imaginava quem é Tupã. Ao explicar-lhe, o índio disse: 'Tupã tem vários nomes. Entre tantos; Também chamamos Allah, Jah e Javé'.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Limão à limonada



LIMÃO À LIMONADA

Para alguns, a cura (ou o inferno) era marijuana; Para outros, chimarrão; Mas cachaça (apelido ao irmão, também, conhecido como canha) continuava arrastando-se pelas ruas ou deitado no chão. Exatamente às oito horas; Breja também estava na ressaca. Bino, ainda no edredom. Ninguém sabia o inferno que cada qual conheceu. Apenas, que 'Canha' deveria beber água; E 'Breja', beber chimarrão.

O café estava servido, enquanto muitos dormiam. Destra tribo, salvou-se quem encontrou o próprio remédio. Alguns ainda evitam o sal; Ou evitam o açúcar. Alguns preferem churrasco; Ou restringem-se às saladas. Eis o limão e a limonada.

*Tributo aos adictos que fugiram, das salas (autoajuda), à cova. 

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Ao testemunho dos anjos



AO TESTEMUNHO DOS ANJOS 

John Pross era logrado, constantemente, por alguns familiares, que, também, o ajudavam com o básico para sobreviver bem. Desde guri armavam para que se julgasse o próprio Jesus. O pai e o irmão lhes prometeram negócios, carros e imóveis. Porém, faltaram com a palavra.

Pross aproveitou o testemunho dos anjos, anciãos e eguns, para cobrar-lhes nas lojas e terreiros - "Este pessoal está atrapalhando o caminho. Pedi que saíssem da frente. Mas parece que não entenderam".

Com o auxílio dos caboclos, exús e pombas-giro, empenhou os imóveis, carros e empresas dos quais haviam lhe prometido algo, até que tivesse os próprios carros, imóveis e negócio lucrativo. 

Os eguns lhe disseram: "Embora este pessoal trabalhe ao próprio sustento, os quilômetros que caminham, ou correm, por dia, não vale as pernas que têm. Caminhe vinte quilômetros por dia e corra mais que trinta minutos cinco vezes por semana, e manterá à salvo algo com valor maior que as coisas que o trabalho nos oferece".

Os anjos foram testemunhos e o Diabo assinou a encomenda. A lista era demasiada quando referente as demandas (promessas a cumprir). Ninguém, jamais, fizera uma encomenda tão grandiosa no mundo dos negócios, ao envolver o sobrenatural como testemunho. Os cinco continentes acompanham a trama através das mídias.

"Mais vale dirigir uma lata velha do que pensar que tem carro e ter que caminhar na chuva" - Completou Pross - "Estou cansado de receber migalhas. Quero almoçar todos os dias, ir ao cinema, à churrascaria, à praia e à pizaria, sempre que desejar. Quero comprar roupas novas, móveis, eletrônicos, veículos e imóveis. Quero sair à noite, ir a shows e festas. Faço trabalhos com qualidade. Mereço clientes à altura".

"Que assim seja" - Disse, o próprio anjo guardião, ao saber que a linha dos ancestrais fora empenhada, pelos parentes, nas lojas. A descendência espiritual, das linhas, aos filhos e netos deveria, primeiro, passar pelo ressarcimento material (na soma) do que fora agenciado, nas lojas, em banda. Isto era dez vezes o patrimônio familiar (incluindo os relativos). Pessoas de fora, testemunharam e também fizeram encomendas aos próprios descendentes, pois duvidavam que os familiares, e cúmplices, acertassem os valores. 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

O Mestre e o Estado Consciente


Eram seis horas e o café estava pronto. As janelas estavam cerradas; O clima, ameno e o Sol radiante. Ao sair, o Mestre caminhou até o terreiro. Os pássaros cantavam nas árvores ao redor. O orvalho estava nas plantas. O vento estava calmo. 

Ao digitar os primeiros parágrafos, soletrando em voz alta, registrando o quadro no celular, sentou-se sob uma árvore para sorver o caáh. Os entes terrenos vieram até o Mestre que lhes disse: 'Estou sabendo o que está acontecendo, embora, também, nada sei'.

Os espíritos iluminados estavam ao redor. América, já era um terreiro conhecido, onde a obra vem sendo construída. Aos Orixás, o Mestre clamou a união. O equilíbrio natural deveria ser estabelecido. 

O mundo cristão deveria ser recordado dos mandamentos. As leis ancestrais continuavam valendo, além dos tratos formais. Os contratos às escuras, registrados aos Anciãos (Báh), deveriam ser abertos, sobre a mesa, ao ser encarnado a que correspondiam.

As estrelas pareciam inquietas. Os filhos nascidos estavam sendo perseguidos. O desafio atormentava os hereges no mundo em que Deus fora esquecido. Ou, no mínimo, desrespeitado, ou ignorado, quando encontrado nos filhos.

O Criador, disfarçado, ouviu, no coração humano, o quanto a raiva, o ódio e a inveja, doíam aos olhos críticos. A pena, passiva, também, era absorvida como pecado desumano. O 'sim' deveria ser 'sim'; O 'não' deveria ser 'não'. Ou os contratos foram perdidos.

Os Orixás (Santos, Anjos e Guerreiros) derrubaram-se no Mestre, como iniciante Mago (filho-pai e irmão). Perante os lobos, reerguendo-se, demarcou o território e a testa dos envolvidos (frente ao grande bode), que, espelhados em rostos femininos, escondiam as vergonhas (a marca dos pecados). Este era apenas o primeiro dia, testemunhado pelos 'Eus' que defendem o (singular) 'estado consciente'.


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

À falsa Meretriz


CAPÍTULOS APOCALÍPTICOS

A prostituta oferecia o cu na lua, como se fosse o respectivo filho. Ao descobrir que, na terra, pediam-no sem, revoltou-se. Enrabados, sem cu, na terra, foram ligados pela médium que os trabalhou no terreiro. Isto acontece pois aceitavam serem enrabados no plano imaginário (lua imaginária). Por isto, foram rifados na terra pelo 'sem'.

Exu-puta foi buscada no puteiro onde bebemos chimarrão. Cá estamos, rindo atoa.

AO ILÊ - ATOS XXVII

A pomba estava ressecada devido à fumaça poluidora das metrópoles. Pediu-me ajuda para largar o álcool por água. Abandou a pilantragem, e a antiga médium, pela santidade que lhe faltava.

Falou-me sobre o vibrador emborrachado e vergonha que trazia nas derrotas que acumulava. Quantos bloqueios recebeu no Whats App. E quantas coisas deixava para depois.

Disse-me, no home office, com orgulho: 'Antes, aqui, que, na rua, com pipocas'.

AO ILÊ - ATOS XXVII.II

Desistiu dos Santos, Anjos e Orixás, frente ao Cristo, pois cultuava os demônios. Desapropriada das linhas pretas, restou-lhe o trabalho e a família. O próprio diabo preferiu entregar-se a Jesus, pela luz que lhe faltava.

Adotados os eguns que desejavam retornar à luz, sorvemos o amargo.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Sr. Baco - Pão e vinho .'.


Sr. Baco - Pão e vinho (Contos Subliminares)

Sr Baco tinha o mesmo nome de um deus. Que, no sincretismo greco-romano, era relacionado a Dionísio (deus do vinho). Casado com o garrafão, recebeu tal apelido, por estar sempre embriagado.

Certo dia, no inverno de junho, Sr Baco encheu o saco por tanto procurar trabalho. Lembrou-se que era aniversário de Santo Antônio. Abriu a geladeira e encontrou mortadelas e margarina.

Sr Baco resolveu peregrinar até a procissão. Embora devoto de outros santos, sempre ouviu falar que Antônio trazia saúde. Caminhando, chegou até a igreja. Viu o povo orando. Uns choravam; Outros riam.

Rapidamente, foi até a sacristia. Confessou-se; Comungou; Orou e pediu perdão: "Perdoe-me 'Toninho'; Terei que levar uns pães. Te trouxe cinco centavos. Deus abençoa o 'sanduba'".

Com sacolas de pães e a mochila cheia, dirigiu-se à residência onde estava a margarina e as mortadelas. Aprontou uma dúzia de sandubas e foi negociar no Parque a um real cada. Dizia a cada freguês: 'Saúde ao trabalho e Deus abençoa Santo Antônio'.

Ninguém entendeu nada. Mas Sr Baco fez vários 'carretos' entre a Igreja e o parque. Naquele dia, sagrou-se conhecido como o 'Guerreiro pelo pão'.
Nem vinho mais bebeu. Foram tantos 'sandubas' à benção, que resolveu retirar a cachaça do capuchino.

* * * 

Dizem que o Santo com Justiça jamais poderia chorar. Preservando-se na seriedade intacta; Sr Baco sempre diz: 'Aqui, trata-se de outra coisa'.

Baseado em uma história real (quem me conhece, sabe). Como diria o ancestral remoto (conselheiro da casa): "Toninho, vi nascer. Era bruxo do Assis".

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Céu e Terra .'.


CÉU E TERRA (Contos Subliminares)

O jovem empreendedor chegou até o rapaz que havia iniciando o próprio projeto e disse: "Sou rico. Isto tudo contruí com o trabalho" - Ocultando o 'sem você' - "Aprenda com o caminho que trilhei". 

O jovem, primeiramente, ouviu o conselho e pensou em se espelhar no sucesso referente. 

Ao pedir entendimento ao E.S., entendeu que seu caminho era único. Embora muitos já tivessem conquistado determinadas coisas que desejava conquistar, jamais os colocou na posição 'Já' ou 'Lá' (por entender 'Isto' como algo inexplicável em si próprio). O certo é que havia algo que lhe fazia sentir-se singular. Ao buscar-se como a própria referência. 

'Isto é o que tenho para conquistar, dentre o que quero, o que Deus quer' - Pensou.

Grato ao empreendedor que lhe ofereceu o 'cofrinho' (como partilha por ter 'chegado' a algum lugar), mantendo o próprio caminho, demarcou céu e terra.

Contos Subliminares

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Sétimo Dia .'.


SÉTIMO DIA 

Minha oração à missa (7º dia) Sr. Cão. Dizem, nos terreiros, que ouviu um 'Heinnnn', ao avistar o Velho Bode, com foice e à cavalo, enquanto dormia, ao reclamar duas vezes ('Qual o problema?' e 'Como é que é?'), quando acusado dos delitos que desconhecia.

Além disto, Sr. Cão, embora tenha engolido terra, ficou sem retorno. Pois sua medida, sempre que acusado, era "Deus perdoa".

Embora o apelido, ria, ao chamar 'Bobalhões', quem se julgava cão.

Dizem que seu erro foi aceitar, ou negar, os ditos 'Cagalhões' ou 'Covardes'. Que; Encilhados, na cozinha, aprontam o café.

Lembro seu conselho que dizia: 'Olhe no olho. Pois, quem avisa, amigo é'.